agarrar as palavras com as mãos vazias de qualquer poder,´´é sentir a alegria da liberdade de escolher; e porque escolher é sempre arriscar, amassa com vigor o barro húmido das palavras com que te vais moldar!...
as palavras não surgem em catadupa, como desejarias! fluem e refluem como maré de desenganos, de quando em vez lá consegues persuadi-las a serem parte integrante dos teus planos!...
então, invade-te o estertor da cumplicidade, e sentes crescer em ti o apelo da verdade, paisagem esculpida na tua própria identidade!...
de palavra em palavra vai crescendo uma amizade, que tece em ti o amor de comunicar em liberdade!...